Sobre

Coca-cola. Toddynho. Doritos com cheddar derretido no micro-ondas. Queijos e vinhos – de todas as cores, cheiros e sabores -. Cerveja importada de trigo. Ou não. Hambúrguer gourmet. Ou não. Batata-frita. Com alecrim, queijo e, por que não?, uma linguiça calabresa para acompanhar. Batata rostie. Batata inglesa. Batatas belgas. Batatas rústicas. Batatas. Muitas batatas. Massas. Pizzas. Doces. Balas. Pipoca com manteiga. Pastel do Adão. Empadas do Belmonte. Tapas do Venga. Sangrias. Churros com doce de leite. Ou com chocolate. Ou com doce de leite e chocolate. E mais chocolate. Rodízio em churrascaria. Rodízio japonês. Rodízio de pizzas. Rodízio.  Eu vou tentar viver sem tudo isso. E vocês vão me ajudar. Vamos juntas?

A ideia do blog surgiu quando eu decidi parar de tentar fazer dieta por conta própria e procurar ajuda profissional. A nutricionista Cinthia Leitão me ajudou nos primeiros passos, para eu entender tudo o que fazia de errado e me ajudar nas escolhas certas. Não que eu siga suas orientações à risca – afinal, abrir mão do prazer de comer besteiras é a parte mais difícil da dieta. Mas muitos hábitos foram mudando ao longo do tempo e, apesar de eu não dispensar uma cervejinha com um pastel, hoje eu penso duas vezes antes de cair de boca em qualquer besteira. E tento balancear a vida saudável com prazeres da gula. Afinal, o plano é reeducação alimentar, uma escolha pra vida, e não só uma dieta.

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