Quem sou eu?

Meu nome é Alessandra Carneiro, sou jornalista e eu tenho um vício: comer bem. E por “bem” entenda fritura, gordura hidrogenada, saturada, açúcar e carboidratos. Aos montes. Acompanhados por uma Coca, uma cervejinha ou um bom vinho.

Eu poderia dizer que eu corro, vou à academia e jogo tênis pra cuidar da minha saúde. Mas na verdade é porque eu como e bebo. Muito. Sem pudores.  Mas isso tinha um motivo: eu sempre fui magra, muito magra. Eu tenho 1,72m e, até os 27 anos (já passei dos 30, mas pra que se apegar a detalhes?) , não era raro ficar abaixo dos 50 kg – e nunca tinha conseguido passar os 54 kg, não importasse o que eu comesse.

Mas aí o tempo foi passando, passando… e os quilos foram chegando. Não sei bem quando aconteceu mas, a impressão que eu tenho, é que fui dormir com 54kg e, beirando os 30, acordei com 20kg a mais. Eu fui engordando e não fui dando atenção, afinal, era tudo o que eu queria (maldita boca!).  Até o dia em que me dei conta: eu engordei tudo o que queria e ainda mais. E de uma forma nada saudável.

Como dizem por aí, cuidado com o que desejas.  Nunca cheguei a ser, de fato, gorda. Mas meu biótipo não combina com os quilos que ganhei.  E, junto deles, vieram outros problemas: colesterol alto, percentual de gordura gigante (mesmo praticando esportes), doenças gastrointestinais, celulites e a temível e odiada pancinha de pochete. Porém, se fazer dieta já é difícil, imagina para uma pessoa acostumada a vida inteira a se encher de carboidratos, gordura e doce sem pensar nas consequências?

E foi aí que percebi que não conseguiria sozinha. E comecei a procurar profissionais que me ajudassem. Hoje, minha meta é chegar –  e estacionar – nos 63kg. Hoje estou a 10 kg do ideal. Mais desafiadora é a taxa de gordura corporal: dos 35% quero chegar aos 22%. E diminuir o colesterol e perder a barriga, claro.

E aí? Vamos nessa?